Richard e Emily Staley fizeram um ensaio fotográfico com a filha, Monroe, que morreu na barriga da mãe (Foto: Lindsey Natzic- Villatoro/Love Song Events & Photography)
Quando a lua atinge o auge de seu brilho, eu fecho os meus
olhos.
Para sempre?
Não, porque tenho o nascer do sol do outro dia.
Mas hoje, eu te vi fechar os olhos nas primeiras notas da
manhã.
O sol sequer tinha acordado, mas já tive que aprender a te
dizer adeus.
O que é morrer? É fechar eternamente os olhos?
É imaginar nunca mais te encontrar?
Não.
Eu sou mãe, eu sou
pai, eu sou filho e filha seus, de alguém.
Em meu coração reina a esperança, reina a certeza de que nos
encontraremos algum dia.
Porque eu te amo, como nunca pensei amar um ser humano como
eu te amo.
Nossa pequena, nosso pequeno ser de luz.
Eu digo ‘nosso”, porque sei que você pertence à Deus também.
Ele me deu esta incrível oportunidade de te sentir em meu ventre, em minha
mente.
Porque sou mãe, sou pai, sou filho e filha de alguém.
***
Encontrei …